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O Palácio de Valhalla

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Dos 13 palácios dos deuses que havia em Asgard, o mais valoroso era o Palácio Valhala, o qual pertencia a Odin, o rei dos deuses. O salão está construído no Bosque de Glesir em Asgard, o lar dos deuses Aesir. Ao redor um rigoroso muro e internamente as paredes são feitas de lanças e o teto feito de escudos, incrustados de gemas e metais preciosos. O salão era imenso, havia quinhentas e quarenta portas na qual permitiam que seus soldados facilmente saíssem quando fossem convocados para o dia fatídico de Ragnarok.

O Ragnarok é o esperado “último dia” do mundo, ou do ciclo do universo nórdico, quando os deuses batalhariam o mal e morreriam, e o mundo chegaria a um fim. Esta é o real motivo da existência do salão de Valhalla, preparar os guerreiros para este dia. Quando um bravo guerreiro morria com valentia no campo de batalha ele era escolhido por Odin e levado ao Valhalla por uma Valquíria para juntar-se aos seus irmãos mortos.

No entanto, não era fácil entrar em Valhalla, para poder se tornar um “einherjar” (guerreiro solitário) o escolhido deveria ultrapassar vários obstáculos, como, testes de força, habilidade e bravura. Uma vez dentro, ele podia esperar uma eternidade agradável. Durante o dia, os homens treinavam e competiam em jogos de força. Como já estavam mortos, não poderiam morrer novamente. Passavam os dias assim, e durante a noite, um pomposo banquete era servido na presença do próprio Odin e de sua esposa a deusa Frigga.

De fato, Valhalla era uma eternidade desejável para o antigo guerreiro nórdico, bem melhor do que o destino vazio daqueles que iriam para o Hel, aqueles que morriam de velhice ou doença. Talvez as promessas de glória do Valhalla tenham tido um grande impacto em encorajar a natureza guerreira dos antigos vikings.